Gregório Duvivier se coloca agora como o Jesus maconheiro da esquerda


Esquerdista é uma raça estranha e já volto a falar disto. Eles fazem escárnio religioso, ridicularizam a fé dos outros com um falso pretexto intelectual, mas no Natal chamam Jesus de esquerdista por que claro, convém e claro, isto mostra um tanto de seu próprio delírio em se achar alguém do bem, o que não são. Bem vamos lá tio Erik acabar com as esperanças dos crentes sobre a bondade de suas convicções. Se você é esquerdista/socialista, pelas leis naturais da fé cristã (e posso explicar o termo caso queira) você está definitivamente está destinado ao inferno. Se for católico já está automaticamente excomungado por questões dogmáticas da igreja. Talvez até por que a igreja católica tem mais tradição e já convive com o socialismo há séculos suficientes para perceber seu potencial danoso, sem discussões. Se não é, de qualquer forma, você também vai pro quentinho já que o esquerdismo é praticamente (e aqui estou sendo bonzinho) uma religião, não tem como Jesus ficar competindo com os políticos e ditadores divinizados pela esquerda, Deus não aceita a relativização da morte de inocentes. Não tem como uma pessoa que relativiza as mais de 100 milhões de mortes provocadas por este regime doente, apoiadores de torturadores, ladrões, estupradores, molestadores e toda a variedade de doentes mentais que este pensamento constituiu, irem para o paraíso (sem falar que muitos destes apoiadores postaram mensagens natalinas rogando votos as almas destes monstros, claro, em nome do bem), não têm como não passar pelo crivo divino aqueles que principalmente, voluntariamente alimentam aquilo que se comparado com a mentalidade cristã, é a maior manifestação do pensamento do mal, o pensamento coletivista.  Dizer que Jesus seria marxista com base em falas soltas espalhadas pelos evangelhos e afirmar que isso corresponde a todo o pensamento esquerdista é no mínimo incoerência para não dizer leviandade. O pastor e teólogo anglicano, o britânico John Stott falando sobre o posicionamento político de Jesus dizia que: “Ele (Jesus) tem uma posição política que não pode ser encontrada em nenhuma das que os homens criaram. É algo além, fora dos parâmetros humanos”. Os ideais de Jesus são elevados, mas, ao mesmo tempo que podem parecer utópicos, são plenamente passíveis de serem realizados. Um dos defensores dessa teoria do Jesus esquerdista é o humorista esquerdista e estranhamente ateu (digo eu, deve sofrer de complexo já que diz não acreditar em Deus mas além de usar Deus como produto para ficar rico, só vive com o nome de Deus na boca) Gregório Duvivier que em artigo publicado pela Folha em 22 de Junho de 2015 e hoje 25 de Dezembro a polêmica de suas convicções volta à cena, argumenta que Jesus era mais esquerdista do que Karl Marx (só por esta vai pro inferno) pois defendia os pobres, andava descalço, abraçava leproso e segundo ele dava pão e peixe antes de ensinar a pescar. (Agora palavras minhas, refutando o Gregório, primeiro - que a visão dele sobre a esquerda é infantil e irresponsável, segundo - que esquerdista não faz o que Jesus fazia, terceiro - que o Gregório é esquerdista, quarto - que ele não faz o que Jesus fazia, pelo contrário, vive no mais extremo luxo que o dinheiro pode pagar, quinto - como todo bom esquerdista o faz, vive de demagogia. Ponto). O que os defensores dessa teoria esquecem é que Jesus realmente se preocupava com os pobres e com os doentes. Ele sentia uma profunda compaixão por eles. Ao contrário dos esquerdistas que historicamente apenas instrumentalizam os pobres para os seus interesses de poder. Os países dominados pelos socialistas em vez da situação dos pobres melhorar apenas piorou. Na União Soviética, por exemplo, milhões de pessoas morreram de fome, assim como em Cuba que o herói símbolo da esquerda torturava e fuzilava pessoas que não concordavam com suas ideias. Ou mesmo na China ou Coreia do Norte, outros exemplos onde à palavra de Deus é sempre bem vista (só para terem uma ideia, existem ocorrências de cristãos na Coreia do Norte sendo condenados a morte simplesmente por serem cristãos). Jesus também jamais ensinou ninguém a viver de assistencialismo do Estado. Alimentava as multidões para que elas não padecessem por terem ido ouvir a palavra de Deus, mas quando percebeu que elas estavam buscando ele apenas pelos pães as repreendeu severamente (Jo 6:25). Já os esquerdistas gostam do assistencialismo, pois ele se feito por MUITO tempo (nada contra se feito apenas por um período curto de tempo até a pessoa arrumar um trabalho) escraviza o povo e o obriga a votar nos esquerdistas por medo de perder suas ”bolsas”. O ponto fulcral que separa Jesus do esquerdismo é que ele não era um revolucionário, não queria quebrar uma ordem estatal imposta. Seu Reino não era deste mundo (Jo 18:36). A revolução que ele propunha era uma revolução de dentro pra fora e do indivíduo para a sociedade. Para ele nós deveríamos nos arrepender de nossos pecados e crer nele como senhor e salvador pessoal. A partir daí passaríamos a mudar a sociedade com atitudes positivas e um bom testemunho. Jesus não era de esquerda e nem de direita. Jesus era e é o Filho de Deus que veio nos salvar de nossos pecados e iniquidades. Ele está acima desses conceitos e com toda a certeza, está acima de Gregório Duvivier e sua filosofia de roda de boteco. Engraçado, eu fiquei falando no Natal de como a ideia de Jesus comuna era viagem das bravas, mas o curioso é que escrevi por causa de um comentário anencefálico que vi sobre o tema em umas discussões aleatórias e reproduzi um texto da fórum jurando que era de 2015 quando na verdade estão falando disto por um texto de Gregório Duvivier em comemoração ao natal de 2017.  É ácido devo dizer. Algo polêmico realmente. Mais pela questão do insulto mesmo. Não que eu seja grande admirador de textos, mas tenho meu gosto pessoal. O tom acido eu adoro, o tom apelativo não por que soa como o palavrão forçado em uma piada para dar o tom de quebra de paradigmas saca? O que eu posso dizer, nem se apegando muito ao tema do texto. Bem viagem, assim, no contexto geral o que é dito ali não faz páreo com a realidade em si. Senão me engano, em nenhum ponto. Absolutamente nenhum ponto ali me pareceu fiel à história, realidade ou algum tipo de seila, análise histórica de caso. Todavia posso jurar que a ideia do texto veio quando ele fumou maconha. Não é nada pejorativo, de verdade mesmo, mas é que se você ler o texto com atenção parece muito viagem das bravas.  Continuando. Também não que eu seja especialista em história, digo isto do ponto de vista do que já vi a respeito, qualquer amigo teísta se eu estiver errado me corrija, ateísta também. Meio que não dou a mínima para escárnio religioso em texto no sentido geral sabe, acho tolerável. Eu não me ofendo já em primeiro por que não sou religioso, mas aponto que pode ofender os outros e defendo a liberdade de livre expressão, ou seja, só digo que tem gente que pode não curtir muito ofensas à sua religião por exemplo. O que é ofensivo causa reações e no cristianismo Jesus é a figura principal, a representação de Deus na terra. Bem, para um cristão isto é algo muito sério. Tornando meu exemplo generalista, imagina sua mãe se você é ateu. Acho que no geral, está é uma figura central em sua vida certo? No geral tá, tem gente que não gosta da mãe, mas dane-se você. Imagine que na ceia de Natal, seu amigo engraçadinho sobe na mesa, tira o pinto pra fora e gira na cara de sua mãe. Bem, é mais ou menos isto que Gregório Duvivier entende como poesia e faz constantemente, aliás tudo que já vi do portas até hoje se resumi a isto em produções sobre cristianismo. Ridicularizar o cristão e sua fé, claro que piada é piada e eu mesmo dou risada de uns especiais de Natal, eu daria risada do pinto lá de cima, mas bem, quando isto é basicamente tudo, rodar pinto, zoar jesus, falar mal de pastor seila, paro de rir. Não que não seja engraçado pra um público meio bobo em minha opinião (estou fazendo juízo de valor mesmo, o que vi do público cativo de Gregório é puro esteriótipo de esquerdista preguiçoso, que não estuda sobre aquilo que defende) Mas bem, só é apelativo entende, este é meu ponto e depois de algum tempo vendo isto acho meio estranho este método do rapaz chamar a atenção. Da dinheiro, sei fazer as contas hoje, mais ou menos. Sim, vale a pena falar um monte de bosta pra gerar conteúdo. Entenda, no contexto histórico isto que estou dizendo meio que pouco importa. “Boom” chama a atenção, ondas de gente gera conteúdo debatendo, eu hoje inclusive, simplesmente por que é algo lá do que disse acima sobre ruptura. Se um amigo sobe em cima da mesa e gira o pinto na cara de sua mãe é natural que isto gere reação, muitas vezes tão irracional quanto a atitude original e para deixar bem claro também, não defendo estas atitudes já que estas por natureza, também geram suas consequências. Ou seja, se o seu pai esganar seu amigo por isto, ele também é um imbecil e vai preso.  Continuando, no sentido de gosto mesmo, não me causa suspiros um texto destes. Mas sei que este tipo de coisa gera leitores, por exemplo, até por que é um texto direcionado. Talvez está seja a minha maior crítica a escritores de esquerda (em política tá) eles não conseguem criar nada muito além do que sua própria visão distorcida de mundo contempla, apelando sempre como figuras públicas para sua própria “divindade” e como público, ao seus deuses. Se perdem muito no ego, em se colocarem em um delírio infantil de que são bonzinhos, não suportam criticas. Posso estar muito enganado, mas me pareceu inclusive que Gregório colocou em Jesus, de certa forma, sua própria personalidade.

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